terça-feira, 18 de novembro de 2014
sábado, 6 de setembro de 2014
ENCONTREI-ME!
Fechei os olhos, e, aos poucos fui voltando para mim
mesma.
Havia uma porta, mas estava trancada. Empurrei, bati.
Quis chamar-me. Temi.
Escutei barulhos... Muito barulho!
De repente, a porta ficou entreaberta e devagarzinho
fui entrando.
Enxerguei-me como quem vê o tempo prestes a chover...
Fechado... Numa penumbra... Nublado!
Arregalei meus olhos para mim mesma, querendo
conhecer-me.
Mas, a escuridão surgiu. Era noite, e, fiquei ali,
quieta, e,
demorei acender
a minha luz. É sim, descobri que eu tinha uma luz própria,
e decidi deixá-la sempre acesa!
Diante dessa luz refletiu a minha face, mas os olhos
não queriam encontrar os meus olhos. E insisti.
Numa luta contra mim mesma consegui olhar nos olhos
meus...
Vi alguns anos passados diante de mim,
Vi a dor, a fraqueza e a sorte,
Vi o amor e a morte! Aprendi!
Descobri que conseguia falar de morte por no máximo
cinco minutos
O que já é muito, para alguém que prefere e ama a
vida!
Olhando nos olhos de mim mesma deparei-me com os
dissabores da
Solidão... Mas numa visão egoísta e sem nenhuma
nobreza!
Então, mergulhei mais profundo neles e me vi.
Vi que nunca estive sozinha. E naquele momento
vislumbrei a mim mesma sendo acolhida nos braças de um ser
infinitamente amoroso!
E ali, descansei...
Depois, mais forte e revigorada, continuei meu caminho
em mim.
Encontrei rios de lágrimas,
Montanhas de sorrisos,
Encontrei orações perdidas pelo chão, e vi também,
Alguns anjos emprestarem-me suas asas!
Encontrei em mim alguns pedaços, não entendi. Quis
emendá-los,
Mas, alguns se encaixavam e outros não!
Eram pedaços de mim. Pedaços de minha infância,
Outros da minha
adolescência, e tantos outros...
Juntei... Guardei todos na memória do meu eu!
Resolvi seguir em frente nessa busca.
Encontrei uma caixa enorme e firme; tentei abri-la,
Estava endurecida, rústica e meio fria! Senti medo!
Eu não permiti a mim abri-la. Mas, num descuido,
vi-me diante de um coração amargurado, triste,
machucado e
decepcionado, recusando-se a amar de novo!
Não queria sofrer! Essa foi uma tarefa talvez, a mais
difícil nessa caminhada.
Mas, dei a mim o direito de amar e ser amada novamente!
Confesso que muitas e muitas vezes, senti vergonha de
mim e muitas outras,
Dava em mim uma vontade de castigar-me.
E foi assim que aprendi a duras penas a perdoar.
Pois, me amando perdoei a mim mesma.
Jamais esquecerei os momentos em que senti piedade de
mim.
E, num esforço profundo, desatei a sorrir... E, diante
de mim,
Não segurei e gargalhei... Então ali percebi a força
em mim!
No mais intimo do meu ser, senti nojo de mim mesma!
Quis voltar, sair dali, fugir? Mas a curiosidade em
conhecer a mim
Fez-me ficar e ver o quão absurdo era o egoismo, o
vício, a soberba e
O comodismo dentro de mim!
E esse foi o lugar onde houve mais resistência à
mudança
De que eu precisava e que preciso para ser eu mesma!
E é bem aqui que essa busca é contínua...
E tem que ser agora... Não quero perder-me!
Vislumbrei a grande mulher em mim!
Mãe, filha, tia, professora...
Descobri que já não sou só guerreira, mas solícita.
Senti o medo de ser escrava de mim mesma e por isso,
Cobrei a mim a decência dos atos e a clareza dos fatos
e
Criei princípios fundamentados nessa busca de mim
mesma.
Abomino a corrupção e o falsário!
Luto somente pela liberdade!
E a liberdade pra mim é a autenticidade do eu!
Estou conhecendo a mim mesma!
Buscando-me a cada dia. Voltei e abri meus olhos!
Sou frágil e forte
Sou pedra e água
Sou ferro e fogo.
Sou única!
Voltei e abri
meus olhos!
Irane dos Anjos.
Piripiri, 06/09/14. Às 14:52
hs.
domingo, 27 de julho de 2014
O MAR, O SOL E A LUA ( Poesia em cordel)
Lá no inicio dos tempos
O sol, o mar e a lua,
Ainda não se conheciam
Vivia cada um, na sua
E o universo meio sem
graça,
Sem nada, sem carapaça,
Sem forma, sem escultura.
Não tinha como se acender
E na imensa escuridão
Ela tinha que viver
E, nem sequer imaginava
O que lhe ia acontecer.
Andava triste a penar
Vivia a vida encolhido
Com medo de se espalhar
Vejam só que ironia
Pois na sua linda harmonia
A terra vinha banhar.
O sol, muito esquentadinho.
Inquieto e esquisito
Num momento ele pensou
Ter visto algo bonito
Curioso que só ele.
Saiu do esconderijo.
Grande foi sua emoção
Diante do infinito!
Deus, na sua onipotência,
Decidiu articular
O encontro do mar, do sol
e da lua
Imaginem! O sol, a lua e o
mar...
Os três... Disse a
Trindade Santa:
_ Quero ver no que vai
dar!
O sol apaixonou-se pela
lua,
A lua apaixonou-se pelo
mar
E Deus, ajeitava daqui e
dali...
E Deus ajeitava aqui e
acolá...
Então o sol convidou a lua
Para com ele, morar.
A lua disse ao sol:
_ Sinto muito, meu amigo
Pois você não percebeu
O que acontece comigo?
Quando estou perto de você
Sinto-me adormecer
Sinto algo muito
esquisito!
O sol muito decidido
Quis achar a solução
Mas não havia nenhuma
Que lhe acalmasse o
coração
O mar, assistindo a cena,
Do sol ele sentiu pena
E resolveu a questão.
O mar comoveu-se tanto
Que desatou a chorar
Com a triste história de
amor
E começou a se espalhar
Foi se espalhando... Se esparzindo...
E o sol e a lua subindo
Para não se afogar
Até que encontraram o céu
Que hoje é seu lugar.
Que o universo parou
Tudo era calmaria!
Foi aí que a lua viu
A beleza que surgiu
Não acreditou no que via!
A lua, ainda assustada;
Sem entender quase nada
Quis se desabar em prantos
Mas um espetáculo maior
Re, mi, fá, sol, lá, si,
dó.
Veio trazendo remanso.
Finda o primeiro dia
O que nos dá nostalgia.
O sol quieto num canto
Chamou a atenção da lua
Sua forma, limpa, nua;
O seu calor, seu encanto!
Seus raios, a sua luz,
Refletidos no mar azuis;
As ondas do mar rolando!
Chega a primeira noite.
E a lua sozinha ao léu,
O sol sentindo saudades,
Jogando sua luz no céu
Fez a lua então, brilhar,
E tornou-se seu Corifeu!
O mar segura suas ondas
Nas manhãs ensolaradas
Para contemplar o sol
Nas suas águas salgadas
É Deus, mais uma vez,
Na sua grande honradez
Sublimando a alvorada
E nas noites enluaradas
A lua vem beijar o mar
Como em agradecimento
Pois ela desce do céu
Vem arrastando um véu
É tão lindo esse momento!
A lua e o sol estavam
À solidão condenados
Pois enquanto um dormia
O outro estava acordado
Então, Deus deu um
jeitinho;
Sem eles não tem destino
Para os enamorados!
Em Piripiri: 26/07/14
quinta-feira, 3 de julho de 2014
PROJETO: FAZER E ACONTECER COM O LIVRO DE PANO
PROJETO: FAZER E
ACONTECER COM LIVRO DE PANO
1-IDENTIFICAÇÃO
1.1-TÍTULO
DO PROJETO: Fazer e acontecer com Livros de Pano
1.2-RESPONSÁVEL:
Maria Iranildes dos Anjos Silva
1.3-
PÚBLICO ALVO: Professores da Educação Infantil e dos anos iniciais do Ensino
Fundamental.
1.4-
COORDENADORA DO PROJETO
NOME:
Maria Iranildes dos Anjos Silva
FORMAÇÃO:
Pedagoga e Professora dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental
MUNICIPIO
DE ATUAÇÃO: Piripiri-PI
E.MAIL: proiran.p10@gmail.com
BLOG: Iranedosanjos
blogspot.com
2- DADOS DO PROJETO
2.1- CARACTERIZAÇÃO:
2.1.1-PERÍODO DE EXECUCÃO: 03 dias
2.1.2- PÚBLICO ALVO: Professores da Rede Pública e
Particulares de Ensino e a quem interessar.
2.1.3- ESTIMATIVA DE PÚBLICO:
2.2- OBJETIVOS
2.2.1- GERAL
Oportunizar aos docentes da Educação Infantil e dos Anos
Iniciais do Ensino Fundamental, conhecimentos fundamentais para construir e/ou
confeccionar o Livro de Pano, no sentido de aprimorar o seu fazer pedagógico.
2.2.2- OBJETIVOS ESPECÍFICOS
·
Aprofundar
conhecimentos acerca das teorias e práticas de alfabetização, utilizando o
livro de pano como instrumento didático;
·
Identificar
alternativas para trabalhar com alunos com deficiências visuais e com baixa
visão;
·
Dinamizar
encontros pedagógicos com oficinas didáticas para confecção do Livro de Pano.
2.3- JUSTIFICATIVA
O Projeto “Fazer e acontecer com
livros de pano” surgiu da necessidade de oferecer às nossas crianças,
atividades que mesmo fazendo parte do currículo e do âmbito escolar, traga de
uma forma um novo pensar e fazer na educação, principalmente no que lhes é de
maior importância nos anos iniciais de sua vida escolar, a leitura e a escrita,
como também o gosto de frequentar a escola.
A Educação exige principalmente de
seus professores/educadores, um olhar inovador e crítico ao mesmo tempo em
relação às atividades proposta às crianças, as quais estão no inicio de sua
vida escolar. Sabemos que a escola deve comprometer-se com a sua aprendizagem e
buscar os variados meios e instrumentos didáticos. Nessa visão, o livro de pano
apresenta uma gama de possibilidades de se apresentar, seja com historinhas
como os contos de fadas ou narrativas, poema, cordel, cantigas de rodas,
parlendas, que podem ser produzidos a partir da oportunidade de criação tanto
do educador como também da criança. No caso do professor/educador, este até
pode se planejar para cada situação proposta em sua sala de aula.
A proposta de texto apresentada para
este projeto foi “cantigas de roda e parlendas” porque, primeiro, está chegando
o mês do folclore, segundo, as parlendas oferecem a oportunidade de brincar,
característica própria da criança. E, as brincadeiras são a razão do existir
das parlendas e devem ser valorizadas todos os dias. Assim, a turma entra em
contato com a linguagem própria dessas dinâmicas, une o movimento à fala
ritmada e se desenvolve corporal e socialmente. ”Ao brincar, as crianças
descobrem o mundo, vivenciando regras, experimentando diferentes ações, como
decidir, escolher, comandar, produzir com os amigos, perder ou ganhar. Tudo
isso promove também o crescimento emocional e social”, explica Lucila Silva de
Almeida, no livro Interações: Crianças, Brincadeiras Brasileiras e escola. E o
terceiro motivo, para a escolha desse tipo de texto, está justamente voltado
para as questões da alfabetização, quanto ao desenvolvimento da consciência
fonológica, fundamental para esse processo, como também na identificação das
rimas, favorecendo o desenvolvimento de capacidades de agrupar, classificar,
analisar palavras e perceber seus efeitos sonoros produzidos pela rima muito
fáceis de memorizar. Como afirma Ligia Cademartori em seu livro: O que é
literatura infantil. “As parlendas constituem uma preparação para a
sensibilidade verbal que a poesia requer.”
Com o livro de pano, abre-se um
caminho de perspectiva para a inclusão, simplesmente por sua característica
artesanal, contribuindo assim, para a escrita em braille, 63 códigos em relevo,
resultantes da combinação de até seis pontos dispostos em duas colunas de três
pontos cada. Assim, pode-se fazer a representação desses códigos, utilizados
por pessoas cegas ou com baixa visão.
Segundo Maria Cristina, pedagoga e
especialista em ensino para deficientes visuais do Instituto Dorina Nowill, a
falta de informação é ainda o principal problema que ela percebe em relação ao
Braille. “Muitos professores acham que é simples ensinar o Braille a um aluno
cego. No entanto, a alfabetização com esse sistema tem suas especificidades, e
o professor para realizar essa tarefa com êxito, tem de buscar ajuda”, explica
a especialista em entrevista à Revista Nova Escola. Nova Escola responde –
Publicada em set/2009.
Assim, vê-se que a presente proposta neste
projeto servirá para melhorar o desempenho das atividades de leitura, escrita e
criação, além de fazer brotar e/ou resgatar os dons literários e artísticos de ambos os
sujeitos do processo ensino-aprendizagem. Cabe aqui ressaltar a beleza e o
encanto causado pelos livros de pano aos olhos da criança; e o despertar da
sensibilidade artística está no vislumbrar com a beleza, é a partir daí que
nasce um querer, uma vontade de ter. Foyga Ostrower, Artista plástica,
escritora de obras que trata sobre a ciência da arte. Ela coloca que a criatividade
é inerente ao homem do ponto de vista da realização e da necessidade. E mais, “criar
é um momento mágico. Criar é remoer com fissura e ver com alegria o pensamento
refletido, representado num gesto, numa palavra, no som, na pintura, no
desenho, na escultura, na peça teatral, na música, na ajuda mútua, contudo na
vida plana. É necessário criar.”.
Espera-se, por intermédio do Projeto
“Fazer e Acontecer com Livros de Pano” que o amor e apreço pela arte e
literatura irradie a todos que dele participar fortalecendo o amor pelo ato de
ser educador. Assim também, as crianças, sujeitos nesse fazer e acontecer
pedagógico, sejam contagiadas pelo prazer da leitura, da escrita e da criação
dentro e fora das escolas, visando entre outras muitas coisas, a contribuição
para a formação de grandes escritores e formadores de opiniões.
2.4-METODOLOGIA
Esse projeto será desenvolvido
através de oficinas direcionadas aos professores da rede pública municipal de
ensino, em 03 (três) dias com encontros dinâmicos no processo de confecção do
livro de pano. O desenvolvimento das atividades consiste em três etapas
distintas e sequenciais.
1ª ETAPA
Nesta etapa é importante trabalhar
com todo o grupo num acolhimento aos participantes com alternativas para a
elevação de sua autoestima e o mais importante, atividades para despertar suas
habilidades de imaginar e criar. Este também será o momento de conhecer e saber
o real motivo de estar ali. Sendo assim, é fundamental conhecer o produto a ser
produzido e adquirido nesta oficina. Para isso, haverá uma exposição e
demonstração do mesmo. Aqui também será abordada a origem e algumas atividades
realizadas com esses instrumentos. Então, será anunciado o tipo de texto que
será trabalhado na oficina de confecção dos livros de pano. Em seguida haverá
uma fundamentação teórica com a realização de atividades práticas como também serão
abordados temas sobre a inclusão.
Faz-se a divisão do grupo em grupos
menores, de acordo com a quantidade de escolas, afim de que, cada escola seja
beneficiada com o projeto. Isto é, que obtenha o seu livro de pano.
2ª ETAPA
Nesta etapa, cada grupo ou cada
escola selecionará os textos que serão trabalhados.
Aqui, cada grupo ou escola receberá
seu kit para confeccionar seu livro.
Nesta
etapa é importante que as imagens do livro já estejam prontas.
3ª ETAPA
Nesta terceira e ultima etapa, o
grupo deve registrar seus textos nos livros. Observando sempre o texto a ser
escrito para não cometer erros.
Fazer
o acabamento nas páginas e preparar para a montagem do livro.
ENCERRAMENTO
Finalização
das atividades da oficina com apresentação dos trabalhos realizados com uma
exposição dos livros de pano.
2.5- CRONOGRAMA DE ATIVIDADES
|
DIAS
|
ATIVIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS
|
RESPONSÁVEL
|
FORMAÇÃO
|
|
1º dia
|
Abertura
do projeto com a apresentação do tema: FAZER E ACONTECER COM LIVRO DE PANO
-----------------------------------------------------------------------
·
Cumprimentar os
professores e convidá-los a uma ORAÇÃO. Proferir texto de ACOLHIDA sobre a
arte. Demonstração dos Livros de Pano, (EXPOSIÇÃO).
·
Fundamentação
teórica e atividades praticas.
·
Divisão dos
grupos e entrega do kit para fazer o Livro de Pano.
·
Instruções
iniciais para fazer o livro de pano,
|
Anfitriões
--------------------
Iranildes
dos Anjos
|
Secretaria
e Coordenação
--------------------
Ministrante da oficina.
|
|
2º
dia
|
Continuação das Instruções para a confecção
do livro de pano com orientações e acompanhamento de cada grupo.
|
Iranildes
dos Anjos
|
Ministrante
da oficina.
|
|
3º
dia
|
Instruções
para a confecção do livro de pano com orientações para o acabamento e
montagem do livro.
|
Iranildes
dos anjos
|
Ministrante
da oficina.
|
2.6- RECURSOS UTILIZADOS
Neste projeto os recursos que serão
utilizados consistem em: recursos humanos, materiais e financeiros.,
necessários para a execução da oficina. É importante ressaltar aqui que a
quantidade de cada recurso destacado pode sofrer alterarações ao longo de cada
projeto a ser realizado.
2.6.1-RECURSOS
HUMANOS
-
Coordenação e supervisão pedagógica da Secretaria de Educação;
-
Representantes de secretarias;
-
Equipe técnica, administrativa e auxiliar desse projeto.
2.6.2-
RECURSOS MATERIAIS E FINANCEIROS
Esses recursos destinam-se
exclusivamente para a execução das oficinas na confecção dos Livros de Pano, os
mesmos serão adquiridos pelas Secretarias Municipais de Educação, são eles:
tecidos de variadas cores e estampas,( abre-se aqui a possibilidade de fazer
parcerias com costureiras do local); cola pano, cola isopor, cola gliter,
tintas de usos variados, cartolina, rendinhas e variados enfeites.
-
aparelhos de som, com caixa e microfone,
-
aparelho de datashow;
-
computador portátil;
3- AVALIAÇÃO
A avaliação do Projeto “Fazer e Acontecer com Livro de Pano”
irá acontecer em todas as etapas da oficina. Os participantes serão observados
e atendidos nas suas solicitações durante todo o processo de confecção do Livro
de Pano, até a exposição dos mesmos.
4- REFERÊNCIAS
BIBLIOGRÁFICAS
_
BRASIL. Secretaria de Educação Básica. Pró-Letramento-Alfabetização e
linguagem. Brasilia: MEC/SEB, 2007.
_
OSTROWER, Fayga. Acasos e criação artística. Rio de Janeiro: Campus, 1990.
_
CADEMARTORI, Lígia. O que é literatura infantil. 4.ed. São Paulo: Brasiliense,
1987.
_
ALMEIDA, Lucila Silva. Interações: Crianças, Brincadeiras e Escola. Ed.Blucher.
_Revista Nova Escola, São Paulo, p,41; janeiro
2014.
_ SITES
: Instituto Benjamin Constant.
: Fundação Dorina Nowwill.
: Revista Nova Escola.
: Wikipédia, a Linguagem Braille.
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