sábado, 6 de setembro de 2014

ENCONTREI-ME!





Fechei os olhos, e, aos poucos fui voltando para mim mesma.

Havia uma porta, mas estava trancada. Empurrei, bati.

Quis chamar-me. Temi.

Escutei barulhos... Muito barulho!

De repente, a porta ficou entreaberta e devagarzinho fui entrando.

Enxerguei-me como quem vê o tempo prestes a chover...

Fechado... Numa penumbra... Nublado!

Arregalei meus olhos para mim mesma, querendo conhecer-me.

Mas, a escuridão surgiu. Era noite, e, fiquei ali, quieta, e,

 demorei acender a minha luz. É sim, descobri que eu tinha uma luz própria,

e decidi deixá-la sempre acesa!

Diante dessa luz refletiu a minha face, mas os olhos

não queriam encontrar os meus olhos. E insisti.

Numa luta contra mim mesma consegui olhar nos olhos meus...

Vi alguns anos passados diante de mim,

Vi a dor, a fraqueza e a sorte,

Vi o amor e a morte! Aprendi!

Descobri que conseguia falar de morte por no máximo cinco minutos

O que já é muito, para alguém que prefere e ama a vida!

Olhando nos olhos de mim mesma deparei-me com os dissabores da

Solidão... Mas numa visão egoísta e sem nenhuma nobreza!

Então, mergulhei mais profundo neles e me vi.

Vi que nunca estive sozinha. E naquele momento

vislumbrei a mim mesma sendo acolhida nos braças de um ser infinitamente amoroso!

E ali, descansei...

Depois, mais forte e revigorada, continuei meu caminho em mim.

Encontrei rios de lágrimas,

Montanhas de sorrisos,

Encontrei orações perdidas pelo chão, e vi também,

Alguns anjos emprestarem-me suas asas!

Encontrei em mim alguns pedaços, não entendi. Quis emendá-los,

Mas, alguns se encaixavam e outros não!

Eram pedaços de mim. Pedaços de minha infância,

 Outros da minha adolescência, e tantos outros...

Juntei... Guardei todos na memória do meu eu!

Resolvi seguir em frente nessa busca.

Encontrei uma caixa enorme e firme; tentei abri-la,

Estava endurecida, rústica e meio fria! Senti medo!

Eu não permiti a mim abri-la. Mas, num descuido,

vi-me diante de um coração amargurado, triste, machucado e

decepcionado, recusando-se a amar de novo!

Não queria sofrer! Essa foi uma tarefa talvez, a mais difícil nessa caminhada.

Mas, dei a mim o direito de amar e ser amada novamente!

Confesso que muitas e muitas vezes, senti vergonha de mim e muitas outras,

Dava em mim uma vontade de castigar-me.

E foi assim que aprendi a duras penas a perdoar.

Pois, me amando perdoei a mim mesma.

Jamais esquecerei os momentos em que senti piedade de mim.

E, num esforço profundo, desatei a sorrir... E, diante de mim,

Não segurei e gargalhei... Então ali percebi a força em mim!

No mais intimo do meu ser, senti nojo de mim mesma!

Quis voltar, sair dali, fugir? Mas a curiosidade em conhecer a mim

Fez-me ficar e ver o quão absurdo era o egoismo, o vício, a soberba e

O comodismo dentro de mim!

E esse foi o lugar onde houve mais resistência à mudança

De que eu precisava e que preciso para ser eu mesma!

E é bem aqui que essa busca é contínua...

E tem que ser agora... Não quero perder-me!

Vislumbrei a grande mulher em mim!

Mãe, filha, tia, professora...

Descobri que já não sou só guerreira, mas solícita.

Senti o medo de ser escrava de mim mesma e por isso,

Cobrei a mim a decência dos atos e a clareza dos fatos e

Criei princípios fundamentados nessa busca de mim mesma.

Abomino a corrupção e o falsário!

Luto somente pela liberdade!

E a liberdade pra mim é a autenticidade do eu!

Estou conhecendo a mim mesma!

Buscando-me a cada dia. Voltei e abri meus olhos!

Sou frágil e forte                             

Sou pedra e água

Sou ferro e fogo.

Sou única!

 Voltei e abri meus olhos!                                               

                                                    Irane dos Anjos.


                                                    Piripiri, 06/09/14.     Às 14:52 hs.





domingo, 27 de julho de 2014

O MAR, O SOL E A LUA ( Poesia em cordel)




O MAR, O SOL E A LUA

Lá no inicio dos tempos

O sol, o mar e a lua,

Ainda não se conheciam

Vivia cada um, na sua

E o universo meio sem graça,

Sem nada, sem carapaça,

Sem forma, sem escultura.

 
A lua, branca, gélida e tímida,

Não tinha como se acender

E na imensa escuridão

Ela tinha que viver

E, nem sequer imaginava

O que lhe ia acontecer.

 
O mar, tão grande... coitado!

Andava triste a penar

Vivia a vida encolhido

Com medo de se espalhar

Vejam só que ironia

Pois na sua linda harmonia

A terra vinha banhar.

 
O sol, muito esquentadinho.

Inquieto e esquisito

Num momento ele pensou

Ter visto algo bonito

Curioso que só ele.

Saiu do esconderijo.

Grande foi sua emoção

Diante do infinito!

 
Deus, na sua onipotência,

Decidiu articular

O encontro do mar, do sol e da lua

Imaginem! O sol, a lua e o mar...

Os três... Disse a Trindade Santa:

_ Quero ver no que vai dar!

 
O sol apaixonou-se pela lua,

A lua apaixonou-se pelo mar

E Deus, ajeitava daqui e dali...

E Deus ajeitava aqui e acolá...

Então o sol convidou a lua

Para com ele, morar.

 
A lua disse ao sol:

_ Sinto muito, meu amigo

Pois você não percebeu

O que acontece comigo?

Quando estou perto de você

Sinto-me adormecer

Sinto algo muito esquisito!

 
O sol muito decidido

Quis achar a solução

Mas não havia nenhuma

Que lhe acalmasse o coração

O mar, assistindo a cena,

Do sol ele sentiu pena

E resolveu a questão.

 
O mar comoveu-se tanto

Que desatou a chorar

Com a triste história de amor

E começou a se espalhar

Foi se espalhando... Se esparzindo...

E o sol e a lua subindo

Para não se afogar

Até que encontraram o céu

Que hoje é seu lugar.

 
Depois que tudo passou,

Que o universo parou

Tudo era calmaria!

Foi aí que a lua viu

A beleza que surgiu

Não acreditou no que via!

 
A lua, ainda assustada;

Sem entender quase nada

Quis se desabar em prantos

Mas um espetáculo maior

Re, mi, fá, sol, lá, si, dó.

Veio trazendo remanso.

 
Finda o primeiro dia

O que nos dá nostalgia.

O sol quieto num canto

Chamou a atenção da lua

Sua forma, limpa, nua;

O seu calor, seu encanto!

Seus raios, a sua luz,

Refletidos no mar azuis;

As ondas do mar rolando!
 

Chega a primeira noite.

E a lua sozinha ao léu,

O sol sentindo saudades,

Jogando sua luz no céu

Fez a lua então, brilhar,

E tornou-se seu Corifeu!


 
O mar segura suas ondas

Nas manhãs ensolaradas

Para contemplar o sol

Nas suas águas salgadas

É Deus, mais uma vez,

Na sua grande honradez

Sublimando a alvorada
 


E nas noites enluaradas

A lua vem beijar o mar

Como em agradecimento

Pois ela desce do céu

Vem arrastando um véu

É tão lindo esse momento!

 
 
A lua e o sol estavam

À solidão condenados

Pois enquanto um dormia

O outro estava acordado

Então, Deus deu um jeitinho;

Sem eles não tem destino

Para os enamorados! 

 

Em Piripiri: 26/07/14

 

 

 

 

 

 

 

 

quinta-feira, 3 de julho de 2014

CANTIGAS DE RODA E PARLENDAS - VOL-2 (LIVRO DE PANO)


PROJETO: FAZER E ACONTECER COM O LIVRO DE PANO


 

 
PROJETO: FAZER E ACONTECER COM LIVRO DE PANO

 
1-IDENTIFICAÇÃO

1.1-TÍTULO DO PROJETO: Fazer e acontecer com Livros de Pano

1.2-RESPONSÁVEL: Maria Iranildes dos Anjos Silva

1.3- PÚBLICO ALVO: Professores da Educação Infantil e dos anos iniciais do Ensino Fundamental.

1.4- COORDENADORA DO PROJETO

NOME: Maria Iranildes dos Anjos Silva

FORMAÇÃO: Pedagoga e Professora dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental

MUNICIPIO DE ATUAÇÃO: Piripiri-PI           

E.MAIL:  proiran.p10@gmail.com

 BLOG:  Iranedosanjos blogspot.com

2- DADOS DO PROJETO

2.1- CARACTERIZAÇÃO:

2.1.1-PERÍODO DE EXECUCÃO: 03 dias

2.1.2- PÚBLICO ALVO: Professores da Rede Pública e Particulares de Ensino e a quem interessar.

2.1.3- ESTIMATIVA DE PÚBLICO:

2.2- OBJETIVOS

2.2.1- GERAL

Oportunizar aos docentes da Educação Infantil e dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, conhecimentos fundamentais para construir e/ou confeccionar o Livro de Pano, no sentido de aprimorar o seu fazer pedagógico.

2.2.2- OBJETIVOS ESPECÍFICOS

·         Aprofundar conhecimentos acerca das teorias e práticas de alfabetização, utilizando o livro de pano como instrumento didático;

·         Identificar alternativas para trabalhar com alunos com deficiências visuais e com baixa visão;

·         Dinamizar encontros pedagógicos com oficinas didáticas para confecção do Livro de Pano.

2.3- JUSTIFICATIVA

          O Projeto “Fazer e acontecer com livros de pano” surgiu da necessidade de oferecer às nossas crianças, atividades que mesmo fazendo parte do currículo e do âmbito escolar, traga de uma forma um novo pensar e fazer na educação, principalmente no que lhes é de maior importância nos anos iniciais de sua vida escolar, a leitura e a escrita, como também o gosto de frequentar a escola.

          A Educação exige principalmente de seus professores/educadores, um olhar inovador e crítico ao mesmo tempo em relação às atividades proposta às crianças, as quais estão no inicio de sua vida escolar. Sabemos que a escola deve comprometer-se com a sua aprendizagem e buscar os variados meios e instrumentos didáticos. Nessa visão, o livro de pano apresenta uma gama de possibilidades de se apresentar, seja com historinhas como os contos de fadas ou narrativas, poema, cordel, cantigas de rodas, parlendas, que podem ser produzidos a partir da oportunidade de criação tanto do educador como também da criança. No caso do professor/educador, este até pode se planejar para cada situação proposta em sua sala de aula.

          A proposta de texto apresentada para este projeto foi “cantigas de roda e parlendas” porque, primeiro, está chegando o mês do folclore, segundo, as parlendas oferecem a oportunidade de brincar, característica própria da criança. E, as brincadeiras são a razão do existir das parlendas e devem ser valorizadas todos os dias. Assim, a turma entra em contato com a linguagem própria dessas dinâmicas, une o movimento à fala ritmada e se desenvolve corporal e socialmente. ”Ao brincar, as crianças descobrem o mundo, vivenciando regras, experimentando diferentes ações, como decidir, escolher, comandar, produzir com os amigos, perder ou ganhar. Tudo isso promove também o crescimento emocional e social”, explica Lucila Silva de Almeida, no livro Interações: Crianças, Brincadeiras Brasileiras e escola. E o terceiro motivo, para a escolha desse tipo de texto, está justamente voltado para as questões da alfabetização, quanto ao desenvolvimento da consciência fonológica, fundamental para esse processo, como também na identificação das rimas, favorecendo o desenvolvimento de capacidades de agrupar, classificar, analisar palavras e perceber seus efeitos sonoros produzidos pela rima muito fáceis de memorizar. Como afirma Ligia Cademartori em seu livro: O que é literatura infantil. “As parlendas constituem uma preparação para a sensibilidade verbal que a poesia requer.”

                   Com o livro de pano, abre-se um caminho de perspectiva para a inclusão, simplesmente por sua característica artesanal, contribuindo assim, para a escrita em braille, 63 códigos em relevo, resultantes da combinação de até seis pontos dispostos em duas colunas de três pontos cada. Assim, pode-se fazer a representação desses códigos, utilizados por pessoas cegas ou com baixa visão.

          Segundo Maria Cristina, pedagoga e especialista em ensino para deficientes visuais do Instituto Dorina Nowill, a falta de informação é ainda o principal problema que ela percebe em relação ao Braille. “Muitos professores acham que é simples ensinar o Braille a um aluno cego. No entanto, a alfabetização com esse sistema tem suas especificidades, e o professor para realizar essa tarefa com êxito, tem de buscar ajuda”, explica a especialista em entrevista à Revista Nova Escola. Nova Escola responde – Publicada em set/2009.

           Assim, vê-se que a presente proposta neste projeto servirá para melhorar o desempenho das atividades de leitura, escrita e criação, além de fazer brotar e/ou resgatar  os dons literários e artísticos de ambos os sujeitos do processo ensino-aprendizagem. Cabe aqui ressaltar a beleza e o encanto causado pelos livros de pano aos olhos da criança; e o despertar da sensibilidade artística está no vislumbrar com a beleza, é a partir daí que nasce um querer, uma vontade de ter. Foyga Ostrower, Artista plástica, escritora de obras que trata sobre a ciência da arte. Ela coloca que a criatividade é inerente ao homem do ponto de vista da realização e da necessidade. E mais, “criar é um momento mágico. Criar é remoer com fissura e ver com alegria o pensamento refletido, representado num gesto, numa palavra, no som, na pintura, no desenho, na escultura, na peça teatral, na música, na ajuda mútua, contudo na vida plana. É necessário criar.”.

          Espera-se, por intermédio do Projeto “Fazer e Acontecer com Livros de Pano” que o amor e apreço pela arte e literatura irradie a todos que dele participar fortalecendo o amor pelo ato de ser educador. Assim também, as crianças, sujeitos nesse fazer e acontecer pedagógico, sejam contagiadas pelo prazer da leitura, da escrita e da criação dentro e fora das escolas, visando entre outras muitas coisas, a contribuição para a formação de grandes escritores e formadores de opiniões.

 
2.4-METODOLOGIA

          Esse projeto será desenvolvido através de oficinas direcionadas aos professores da rede pública municipal de ensino, em 03 (três) dias com encontros dinâmicos no processo de confecção do livro de pano. O desenvolvimento das atividades consiste em três etapas distintas e sequenciais.

1ª ETAPA

          Nesta etapa é importante trabalhar com todo o grupo num acolhimento aos participantes com alternativas para a elevação de sua autoestima e o mais importante, atividades para despertar suas habilidades de imaginar e criar. Este também será o momento de conhecer e saber o real motivo de estar ali. Sendo assim, é fundamental conhecer o produto a ser produzido e adquirido nesta oficina. Para isso, haverá uma exposição e demonstração do mesmo. Aqui também será abordada a origem e algumas atividades realizadas com esses instrumentos. Então, será anunciado o tipo de texto que será trabalhado na oficina de confecção dos livros de pano. Em seguida haverá uma fundamentação teórica com a realização de atividades práticas como também serão abordados temas sobre a inclusão.

          Faz-se a divisão do grupo em grupos menores, de acordo com a quantidade de escolas, afim de que, cada escola seja beneficiada com o projeto. Isto é, que obtenha o seu livro de pano.

2ª ETAPA

          Nesta etapa, cada grupo ou cada escola selecionará os textos que serão trabalhados.

          Aqui, cada grupo ou escola receberá seu kit para confeccionar seu livro.

Nesta etapa é importante que as imagens do livro já estejam prontas.

3ª ETAPA

          Nesta terceira e ultima etapa, o grupo deve registrar seus textos nos livros. Observando sempre o texto a ser escrito para não cometer erros.

Fazer o acabamento nas páginas e preparar para a montagem do livro.

ENCERRAMENTO

Finalização das atividades da oficina com apresentação dos trabalhos realizados com uma exposição dos livros de pano.

 
                               
2.5- CRONOGRAMA DE ATIVIDADES

                        
     DIAS
  ATIVIDADES  A SEREM DESENVOLVIDAS
RESPONSÁVEL
 FORMAÇÃO
    
 
 
 
 
 
 
 1º dia
 
 
Abertura do projeto com a apresentação do tema: FAZER E ACONTECER COM LIVRO DE PANO
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·         Cumprimentar os professores e convidá-los a uma ORAÇÃO. Proferir texto de ACOLHIDA sobre a arte. Demonstração dos Livros de Pano, (EXPOSIÇÃO).
·         Fundamentação teórica e atividades praticas.
·         Divisão dos grupos e entrega do kit para fazer o Livro de Pano.
·         Instruções iniciais para fazer o livro de pano,
 
 
 
 
Anfitriões
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Iranildes dos Anjos
 
 
Secretaria e Coordenação
--------------------
 
 
 
 
Ministrante da oficina.
 
 
2º dia
 
 Continuação das Instruções para a confecção do livro de pano com orientações e acompanhamento de cada grupo.
 
 
Iranildes dos Anjos
 
Ministrante da oficina.
 
 
3º dia
 
Instruções para a confecção do livro de pano com orientações para o acabamento e montagem do livro.
 
 
Iranildes dos anjos
 
Ministrante da oficina.


2.6- RECURSOS UTILIZADOS

          Neste projeto os recursos que serão utilizados consistem em: recursos humanos, materiais e financeiros., necessários para a execução da oficina. É importante ressaltar aqui que a quantidade de cada recurso destacado pode sofrer alterarações ao longo de cada projeto a ser realizado.

2.6.1-RECURSOS HUMANOS

- Coordenação e supervisão pedagógica da Secretaria de Educação;

- Representantes de secretarias;

- Equipe técnica, administrativa e auxiliar desse projeto.

 
2.6.2- RECURSOS MATERIAIS E FINANCEIROS

           Esses recursos destinam-se exclusivamente para a execução das oficinas na confecção dos Livros de Pano, os mesmos serão adquiridos pelas Secretarias Municipais de Educação, são eles: tecidos de variadas cores e estampas,( abre-se aqui a possibilidade de fazer parcerias com costureiras do local); cola pano, cola isopor, cola gliter, tintas de usos variados, cartolina, rendinhas e variados enfeites.

- aparelhos de som, com caixa e microfone,

- aparelho de datashow;

- computador portátil;


3- AVALIAÇÃO

A avaliação do Projeto “Fazer e Acontecer com Livro de Pano” irá acontecer em todas as etapas da oficina. Os participantes serão observados e atendidos nas suas solicitações durante todo o processo de confecção do Livro de Pano, até a exposição dos mesmos.

4- REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

_ BRASIL. Secretaria de Educação Básica. Pró-Letramento-Alfabetização e linguagem. Brasilia: MEC/SEB, 2007.

_ OSTROWER, Fayga. Acasos e criação artística. Rio de Janeiro: Campus, 1990.

_ CADEMARTORI, Lígia. O que é literatura infantil. 4.ed. São Paulo: Brasiliense, 1987.

_ ALMEIDA, Lucila Silva. Interações: Crianças, Brincadeiras e Escola. Ed.Blucher.

 _Revista Nova Escola, São Paulo, p,41; janeiro 2014.

_ SITES

: Instituto Benjamin Constant.

: Fundação Dorina Nowwill.

: Revista Nova Escola.

: Wikipédia, a Linguagem Braille.    

 

                                                           
                                                                                   Piripiri,  junho de 2014.

                                            
 
 
                                        MARIA IRANILDES DOS ANJOS SILVA

 AUTORA DESSE PROJETO